Enkelejda Kasneci, Kathrin Sessler, Stefan Küchemann, Maria Bannert, Daryna Dementieva, Frank Fischer, Urs Gasser, Georg Groh, Stephan Günnemann, Eyke Hüllermeier, Stephan Krusche, Gitta Kutyniok, Tilman Michaeli, Claudia Nerdel, Jürgen Pfeffer, Oleksandra Poquet, Michael Sailer, Albrecht Schmidt, Tina Seidel, Matthias Stadler, Jochen Weller, Jochen Kuhn, Gjergji Kasneci
O artigo investiga o impacto da Inteligência Artificial nas rotinas e identidades dos profissionais do ensino superior. Baseado em um estudo qualitativo com 20 acadêmicos, o trabalho introduz o conceito de "Aidemics" — professores e pesquisadores que utilizam a IA de maneira eficiente, ética e crítica, tratando a tecnologia como uma extensão de suas próprias capacidades. A pesquisa conclui que a IA atua como um poderoso assistente multitarefa que otimiza o trabalho intelectual, mas enfatiza que essa adoção deve ocorrer por meio de uma simbiose humano-IA. O estudo defende que o humano deve se manter no controle do processo para garantir o rigor acadêmico e mitigar riscos críticos, como as "alucinações" dos modelos, violações de integridade e a reprodução de vieses culturais (o chamado "colonialismo de IA").
Andrea C. Tricco, Erin Lillie, Wasifa Zarin, Kelly K. O'Brien, Heather Colquhoun, Danielle Levac, David Moher, Micah D.J. Peters, Tanya Horsley, Laura Weeks, Susanne Hempel, Elie A. Akl, Christine Chang, Jessie McGowan, Lesley Stewart, Lisa Hartling, Adrian Aldcroft, Michael G. Wilson, Chantelle Garritty, Simon Lewin, Christina M. Godfrey, Marilyn T. Macdonald, Etienne V. Langlois, Karla Soares-Weiser, Jo Moriarty, Tammy Clifford, Özge Tunçalp, Sharon E. Straus
Micah D. J. Peters, Casey Marnie, Heather Colquhoun, Chantelle M. Garritty, Susanne Hempel, Tanya Horsley, Etienne V. Langlois, Erin Lillie, Kelly K. O’Brien, Ӧzge Tunçalp, Michael G. Wilson, Wasifa Zarin, Andrea C. Tricco