Episódio

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Descrição

Entrevistadas: Victoria Damasceno, correspondente da Folha na Ásia, e Larissa Wachholz, especialista em Ásia do Cebri.

O presidente Lula (PT) se encontrou com o americano Donald Trump neste domingo (26), às margens da cúpula da Asean, na Malásia. Depois da tensão entre os dois países, que arrefeceu com a “química” na Assembleia-Geral da ONU e um telefonema, a reunião era cercada de expectativas e foi descrita pelo governo brasileiro como amistosa, franca e muito positiva.

O principal tema à mesa foi o tarifaço e, segundo o chanceler Mauro Vieira, Trump aceitou um pedido de Lula para que uma nova rodada de negociações começasse imediatamente. O presidente brasileiro também tratou das sanções a autoridades brasileiras e sobre a tensão militar crescente entre Estados Unidos e Venezuela, se colocando à disposição para atuar como mediador.

O encontro com Trump foi uma das principais agendas de Lula no Sudeste Asiático. O presidente fez ainda visitas aos líderes da Malásia e da Indonésia. A presença de Lula, Trump e outros chefes de governo na cúpula da Asean (bloco de países da região) reforçou a importância econômica e geopolítica dessas nações, em meio à guerra tarifária dos Estados Unidos, à busca por novos mercados e às disputas por influência com a China.

O Café da Manhã desta segunda-feira (27) conta como foi o aguardado encontro entre Lula e Trump e explica por que os olhos de muita gente estão voltados para o Sudeste Asiático. A correspondente da Folha em Kuala Lumpur, faz ainda um balanço da viagem do presidente brasileiro; e a especialista em Ásia do Cebri, que pesquisa o continente há mais de 15 anos, analisa as oportunidades da região.

Notas

Minha Experiência

Meus comentários

A reunião entre o presidente Lula e o presidente Trump, realizada às vésperas da cúpula da ASEAN na Malásia, demonstrou-se potencialmente benéfica para o Brasil. O encontro foi marcado por um tom amigável e descontraído entre os dois líderes. O Brasil priorizou a pauta comercial, de grande relevância para a economia nacional, e também abordou o crescente conflito entre os Estados Unidos e a Venezuela, que representa um potencial fator de instabilidade na América do Sul. Espera-se que negociações bilaterais se iniciem prontamente, contemplando tanto os aspectos comerciais quanto os políticos.