🕹️ Divinity - Original Sin 2
🎯 Sobre o que É?
Divinity: Original Sin II é um jogo de RPG tático por turnos de 2017 ambientado no mundo de fantasia medieval de Rivellon. Os jogadores controlam um “Godwoken”, um usuário de magia poderosa chamada Source, que é perseguido, mas se torna central para a luta contra os monstruosos Voidwoken. O jogo enfatiza o desenvolvimento do personagem, a exploração e as escolhas do jogador que impactam a história e o mundo, oferecendo um sistema de missões flexível. Ele pode ser jogado sozinho, controlando um grupo de até quatro Godwoken, ou cooperativamente com dois a quatro jogadores.
🧠 Minha Experiência
Sem Spoilers
Mergulhei neste jogo após a minha experiência com Baldur’s Gate 3, que me fez apaixonar pelos RPGs táticos. É inegável que este título serviu como uma base fundamental para a construção de Baldur’s Gate 3, não só pela semelhança em algumas linhas narrativas, mas também pela vasta influência em suas mecânicas de jogo. Um ponto notável é que, na minha opinião, este game é consideravelmente mais desafiador. Ele exige que o jogador preste atenção meticulosa ao ambiente, ao posicionamento estratégico dos personagens no mapa e às nuances das histórias contadas, garantindo assim que se aproveite ao máximo tudo o que o jogo tem a oferecer. Sem dúvida, a experiência vale a pena.
Com Spoilers
Minha jornada neste game foi com um personagem principal elfo, o que me permitiu aprofundar na rica história dessa raça. Minha build inicial de polimorfismo foi modificada para uma focada em necromancia e invocação. Quanto à minha equipe, contei com: O Príncipe Vermelho, um guerreiro focado em proteção dos amigos e atração de inimigos; Ifan, um arqueiro que se destacava pelo posicionamento estratégico e dano elemental; e Lohse, uma maga versátil que combinava magias de água e eletricidade.
A história do jogo e sua narrativa me cativaram profundamente. As interações com os NPCs são notavelmente interessantes e, muitas vezes, são elas que ditam o ritmo e a atmosfera do mundo ao nosso redor. Minha única ressalva é que o jogo poderia ter introduzido mais cedo os conceitos de Source e Godwoken. No entanto, os conflitos inerentes a cada mapa estabelecem o tom perfeito para a progressão da jornada.
A dificuldade do game é, sem dúvida, um ponto marcante. É um jogo bastante desafiador, especialmente devido à vasta quantidade de mecânicas e ao fato de que, por vezes, o inimigo à frente pode ser excessivamente forte para o seu nível atual. Esta é, talvez, minha principal crítica: embora a não-linearidade das quests seja um aspecto positivo, a ausência de um indicativo de nível recomendado para cada área ou missão resulta em situações frequentes onde você se encontra 1 ou 2 níveis abaixo do ideal, levando a mortes súbitas em apenas um turno de ação inimiga.
Para mim, um grande destaque do game é a mecânica de seleção de grupo: no primeiro ato, é possível experimentar todos os personagens, mas a partir do segundo ato, você deve escolher apenas três para te acompanhar, enquanto os demais são, de fato, eliminados. Isso força o jogador a se aprofundar nas histórias dos companheiros escolhidos, e o jogo parece se adaptar a essa decisão.
Este é um game com uma história incrível e uma jogabilidade que é ao mesmo tempo divertida e desafiadora.
📝 Guia de Memória
Personagens Principais
- Nome (ator/dublador/papel): Descrição ou papel na trama.
Resumo Estrutural
- Ato 1 / Início: Introdução aos personagens e mecânicas centrais.
- Ato 2 / Meio: Desenvolvimento da trama principal e reviravoltas.
- Ato 3 / Clímax e Desfecho: Conclusão da história e análise do final.