📚 A Sociedade de Atlas

🎯 Resumo da Obra

A cada década, apenas os seis magos mais talentosos são selecionados para conquistar um lugar na Sociedade Alexandrina, a principal sociedade secreta do mundo. Os escolhidos garantirão uma vida de poder e prestígio além dos seus sonhos mais loucos.

Mas a que custo?

Cada um dos seis novos recrutas tem suas próprias razões para aceitar o convite elusivo da Sociedade. Mesmo que isso signifique se aproximar mais do que jamais poderiam imaginar de seus inimigos mais perigosos - ou arriscar uma traição imperdoável de seus aliados mais confiáveis - eles lutarão com unhas e dentes pelo direito de se juntar às fileiras alexandrinas.

Mesmo que isso signifique que nem todos sobreviverão ao ano.

🧠 Minha Experiência

Li este livro esperando que fosse semelhante à série “A Crônica do Matador do Rei”, porque combina ciência e magia no mesmo mundo. No entanto, o livro não explicou o mundo, a sociedade e a magia com detalhes suficientes, fazendo com que parecesse superficial como um simples mundo de fantasia. Outra coisa decepcionante é que, embora o livro tenha seis personagens principais e outros personagens, ele não oferece uma boa explicação do porquê eles fazem o que fazem. Às vezes, um dos personagens principais não parece importante para a história.

Além disso, o livro tem algumas conversas e discussões interessantes entre os personagens, embora às vezes as conversas não façam muito sentido se você pensar nelas de perto. É uma história intrigante com seus altos e baixos, e para mim, teve uma reviravolta na trama que mudou completamente o curso da história, mas eu a vi chegando.

📝 Notas de Conteúdo

🖍️ Destaques e Citações

  • De modo geral, qualquer um pode amar algo proibido, e na maioria dos casos o conhecimento é exatamente isso; ainda mais quando envolve conhecimento perdido.
  • Cuidado com o homem que te enfrenta desarmado. Se você não é o alvo em seus olhos, você é a arma.
  • Não há nada mais destrutivo do que um pensamento, especialmente um que não pode ser dissipado.

Começo (4)

  • De modo geral, todos podem amar algo proibido, e na maioria dos casos o conhecimento é exatamente isso; ainda mais quando se trata de conhecimento perdido. (Capítulo: Começo | Página: 8)
  • Inevitavelmente, sucumbiria à mundanidade, à luta, ao tédio, como acontece com todos os humanos (Capítulo: Começo | Página: 10)
  • Ali, na biblioteca, a vida deles mudaria. Ali, a pessoa que um dia foram seria destruída, como a própria biblioteca, apenas para ser reconstruída e escondida nas sombras, para nunca mais ser vista, exceto pelos Guardiões, Alexandrinos e fantasmas de vidas não vividas e caminhos não percorridos. (Capítulo: Começo | Página: 11)
  • Cuidado com o homem que o enfrenta desarmado. Se no olhar dele você não é o alvo, esteja certo de que é a arma. (Capítulo: Começo | Página: 12)

II: Verdade (1)

  • A promessa dos seus talentos não é nada comparada ao que você venha se provar a ser. (Capítulo: II: Verdade | Página: 88)

IV: Espaço (2)

  • a maioria das formas de conhecimento deveria ser protegida até o momento em que tais revelações não seriam usadas sem a devida moderação. (Capítulo: IV: Espaço | Página: 178)
  • Para Callum, a história humana era interessante por causa dos humanos, e não da ciência. Porque os humanos eram idiotas que transformavam os elementos da vida em armas. (Capítulo: IV: Espaço | Página: 195)

V: Tempo (5)

  • Na verdade, se tratava de uma crise bastante existencial: a questão de não saber mais a diferença entre o que era verdade, de fato, e o que meramente acreditava ser a verdade porque foi como lhe disseram que as coisas funcionavam. (Capítulo: V: Tempo | Página: 239)
  • Nada que as pessoas veem é real, apenas a forma como elas percebem as coisas que é. (Capítulo: V: Tempo | Página: 240)
  • Que alívio era ser uma engrenagem que, para variar um pouco, girou. (Capítulo: V: Tempo | Página: 251)
  • que a verdadeira função do tempo não era uma questão ligada à sua construção, mas sim à forma como era experienciado pelos outros. (Capítulo: V: Tempo | Página: 279)
  • A inteligência também é, em alguns casos, uma doença, afinal com frequência a genialidade é efeito colateral da paranoia. (Capítulo: V: Tempo | Página: 284)

VI: Pensamento (3)

  • Não há nada mais destrutivo do que um pensamento, em especial um que não possa ser anulado. (Capítulo: VI: Pensamento | Página: 338)
  • Pior ainda eram os sentimentos. Estes nunca eram esquecidos, mesmo que suas fontes fossem. (Capítulo: VI: Pensamento | Página: 341)
  • Bem, talvez sua teoria esteja quase certa. Os sonhos podem ser a intersecção entre tempo e pensamento— disse Parisa, avaliando.— Há vários estudos que mostram que o tempo passa de maneira diferente nos sonhos, algo que pode ser até calculado. Provavelmente não é diferente de como o tempo se move no espaço. (Capítulo: VI: Pensamento | Página: 389)

VII: Intenção (1)

  • As mais verdadeiras das verdades: a vida dos mortais era curta, inconsequente. Convicções eram sentenças de morte. Dinheiro não podia comprar a felicidade, mas nada podia, então pelo menos o dinheiro serviria para comprar todo o resto. Em termos de encontrar satisfação, tudo que uma pessoa era capaz de fazer era se controlar. (Capítulo: VII: Intenção | Página: 452)

🔗 Conexões do Cofre

📚 Referências Externas