📚 A Sociedade de Atlas

Em poucas palavras

Fantasia de Olivie Blake sobre seis jovens magos escolhidos para disputar um lugar na Sociedade Alexandrina, sociedade secreta que guarda o saber das antigas civilizações, onde o poder e o prestígio prometidos cobram um preço alto.

🎯 Resumo da Obra

A cada década, apenas os seis magos mais talentosos são selecionados para conquistar um lugar na Sociedade Alexandrina, a principal sociedade secreta do mundo. Os escolhidos garantirão uma vida de poder e prestígio além dos seus sonhos mais loucos.

Mas a que custo?

Cada um dos seis novos recrutas tem suas próprias razões para aceitar o convite elusivo da Sociedade. Mesmo que isso signifique se aproximar mais do que jamais poderiam imaginar de seus inimigos mais perigosos - ou arriscar uma traição imperdoável de seus aliados mais confiáveis - eles lutarão com unhas e dentes pelo direito de se juntar às fileiras alexandrinas.

Mesmo que isso signifique que nem todos sobreviverão ao ano.

🧠 Minha Experiência

Li este livro esperando que fosse semelhante à série “A Crônica do Matador do Rei”, porque combina ciência e magia no mesmo mundo. No entanto, o livro não explicou o mundo, a sociedade e a magia com detalhes suficientes, fazendo com que parecesse superficial como um simples mundo de fantasia. Outra coisa decepcionante é que, embora o livro tenha seis personagens principais e outros personagens, ele não oferece uma boa explicação do porquê eles fazem o que fazem. Às vezes, um dos personagens principais não parece importante para a história.

Além disso, o livro tem algumas conversas e discussões interessantes entre os personagens, embora às vezes as conversas não façam muito sentido se você pensar nelas de perto. É uma história intrigante com seus altos e baixos, e para mim, teve uma reviravolta na trama que mudou completamente o curso da história, mas eu a vi chegando.

📝 Notas de Conteúdo

🖍️ Destaques e Citações

Três ideias para levar

  • De modo geral, qualquer um pode amar algo proibido, e na maioria dos casos o conhecimento é exatamente isso; ainda mais quando envolve conhecimento perdido.
  • Cuidado com o homem que te enfrenta desarmado. Se você não é o alvo em seus olhos, você é a arma.
  • Não há nada mais destrutivo do que um pensamento, especialmente um que não pode ser dissipado.

Começo

De modo geral, todos podem amar algo proibido, e na maioria dos casos o conhecimento é exatamente isso; ainda mais quando se trata de conhecimento perdido.

Inevitavelmente, sucumbiria à mundanidade, à luta, ao tédio, como acontece com todos os humanos

Ali, na biblioteca, a vida deles mudaria. Ali, a pessoa que um dia foram seria destruída, como a própria biblioteca, apenas para ser reconstruída e escondida nas sombras, para nunca mais ser vista, exceto pelos Guardiões, Alexandrinos e fantasmas de vidas não vividas e caminhos não percorridos.

Cuidado com o homem que o enfrenta desarmado. Se no olhar dele você não é o alvo, esteja certo de que é a arma.

II – Verdade

A promessa dos seus talentos não é nada comparada ao que você venha se provar a ser.

IV – Espaço

a maioria das formas de conhecimento deveria ser protegida até o momento em que tais revelações não seriam usadas sem a devida moderação.

Para Callum, a história humana era interessante por causa dos humanos, e não da ciência. Porque os humanos eram idiotas que transformavam os elementos da vida em armas.

V – Tempo

Na verdade, se tratava de uma crise bastante existencial: a questão de não saber mais a diferença entre o que era verdade, de fato, e o que meramente acreditava ser a verdade porque foi como lhe disseram que as coisas funcionavam.

Nada que as pessoas veem é real, apenas a forma como elas percebem as coisas que é.

Que alívio era ser uma engrenagem que, para variar um pouco, girou.

que a verdadeira função do tempo não era uma questão ligada à sua construção, mas sim à forma como era experienciado pelos outros.

A inteligência também é, em alguns casos, uma doença, afinal com frequência a genialidade é efeito colateral da paranoia.

VI – Pensamento

Não há nada mais destrutivo do que um pensamento, em especial um que não possa ser anulado.

Pior ainda eram os sentimentos. Estes nunca eram esquecidos, mesmo que suas fontes fossem.

Bem, talvez sua teoria esteja quase certa. Os sonhos podem ser a intersecção entre tempo e pensamento— disse Parisa, avaliando.— Há vários estudos que mostram que o tempo passa de maneira diferente nos sonhos, algo que pode ser até calculado. Provavelmente não é diferente de como o tempo se move no espaço.

VII – Intenção

As mais verdadeiras das verdades: a vida dos mortais era curta, inconsequente. Convicções eram sentenças de morte. Dinheiro não podia comprar a felicidade, mas nada podia, então pelo menos o dinheiro serviria para comprar todo o resto. Em termos de encontrar satisfação, tudo que uma pessoa era capaz de fazer era se controlar.

📚 Referências e Fontes

🔗 Conexões do Cofre

🌐 Referências Externas