📚 Hiperfoco
Em poucas palavras
Chris Bailey defende que a produtividade depende de gerenciar a atenção, e não o tempo. Ele propõe dois modos: o hiperfoco, para concentrar a atenção numa única tarefa importante, e o foco disperso, em que deixar a mente divagar favorece a criatividade.
🎯 Resumo da Obra
O livro Hiperfoco escrito por Chris Bailey se baseia principalmente em duas ideias: Modo hiperfocado e Modo de foco disperso. Enquanto o primeiro está relacionado à nossa atenção e como lidamos com o nosso Espaço atencional, o segundo traz a capacidade de deixar a mente divagar.
Especialmente para o Modo hiperfocado é importante entender que O que ocupa a nossa atenção muda constantemente e que Novos estímulos não são necessariamente bons. Além disso, é necessário ter uma relação saudável com a Produtividade. Para isso precisamos entender que existem 3 combinações de tarefas que cabem no nosso espaço atencional e que devemos simplificar as nossas atividades.
Portanto, existem 2 modos de trabalho para equilibrar foco e não foco para que possamos realizar as nossas atividades com qualidade.
🧠 Minha Experiência
Li este livro depois de passar muito tempo fazendo diversas atividades que tomavam muito do meu tempo e, de certa forma, me sobrecarregavam. Com este livro, aprendi que o foco é mais uma forma que temos de filtrar o que é necessário e as nossas intenções do que o que não é necessário ou o que queremos fazer. Além disso, a ideia de ter um modo de foco disperso despertou muito o meu interesse. Comecei a pensar em como poderia aplicar este modo no meu dia a dia e acredito que a forma mais prática é fazer caminhadas esporádicas de 5 a 10 minutos ao longo do meu dia. Durante este tempo, posso não só desestressar e desviar a minha atenção após um período de hiperfoco, mas também posso deixar a minha mente divagar livremente e capturar o que estou pensando e sentindo. Espero poder aplicar este modo com mais frequência no meu dia a dia.
📝 Notas de Conteúdo
- Mudar de ambiente é importante para o seu foco
- Não julgamos bem o que consumimos
- Separe suas tarefas em 4 categorias
- Espaço atencional
- O que ocupa a nossa atenção muda constantemente
- 3 combinações de tarefas que cabem no nosso espaço atencional
- Novos estimulos não são necessariamente bons
- Produtividade
- Desperdício atencional
- 3 indicadores para medir a qualidade do nosso cuidado
- Modo hiperfocado
- Regra de 3 para atenção
- 2 limitações para intenções específicas
- 2 modos de trabalho para equilibrar foco e não foco
- Corremos de atividades difíceis
- Lei de Parkinson
- Scatter focus mode
- Benefícios do foco disperso
- Estilos de foco disperso
- Pausas no trabalho exigem o seguinte
- Efeito Zeigarnik
- Duas maneiras de melhorar o que consumimos
🖍️ Destaques e Citações
Três ideias para levar
- Buscar continuamente novos estímulos nos faz sentir mais produtivos – afinal, estamos fazendo mais o tempo todo. Mas, por outro lado, só porque estamos mais ocupados não significa que estamos alcançando mais.
- Qual o sentido de ter tempo se não estamos criando memórias – de conversas, refeições, férias e outras experiências?
- Cada momento de nossas vidas é como uma história de “Escolha Sua Própria Aventura”, oferecendo constantemente diferentes opções que nos permitem definir nosso caminho futuro.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 156)
A todo o momento, estamos com o foco em alguma coisa, mesmo se estamos apenas absortos em pensamentos.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 176)
Como abordarei mais tarde, desconectar-se é uma das maneiras mais poderosas de gerar ideias novas e inovadoras.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 181)
atenção está ao nosso redor o tempo todo. Assim que você a vê, não consegue deixar de vê-la.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 203)
Comecei a ver o foco não apenas como uma contribuição à minha produtividade, mas também como um fator em meu bem-estar geral.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 211)
Embora tentemos cumprir mais tarefas simultaneamente, somos impedidos por nós mesmos de terminar qualquer tarefa de importância.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 232)
Quando sua mente estiver resistindo um pouco a uma tarefa, ela vai procurar coisas mais novas em que se focar.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 247)
Modificar seu ambiente é uma das melhores maneiras de cultivar o foco.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 254)
Ao manter uma lista de distrações enquanto lê, você vai capturar coisas importantes que flutuam na superfície de sua consciência.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 257)
Consumimos um monte de coisas por hábito, sem questionar seu valor, inclusive livros.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 261)
Assim como você é o que você come, você é aquilo em que presta atenção.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 276)
Espero que, ao ler Hiperfoco, você faça muitas anotações e grifos, tirando as melhores ideias destas páginas e levando-as até sua mente para ampliá-las e fazer uso delas mais tarde.
Meu comentário
É para isso que serve o meu cofre do Obsidian
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 292)
A maioria de nós não pensa deliberadamente em qual aspecto da vida queremos melhorar antes de escolher um livro que vai nos ajudar a abordar a questão. Muitas vezes chegamos a essas decisões de leitura por uma confluência de eventos.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 303)
A menos que você seja um monge ou uma freira e tenha o luxo de poder meditar o dia todo, é impossível viver de forma intencional 100% do tempo. No entanto, vale a pena tomar algumas decisões deliberadamente. A forma como administramos nossa atenção é uma delas.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 317)
Embora o piloto automático possa nos ajudar a manter o ritmo de trabalho e de vida, a atenção é o nosso recurso mais limitado e restrito. Quanto mais intenção tivermos ao administrar nossa atenção, mais foco, produtividade e criatividade iremos adquirir.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 345)
Em muitos aspectos, administrar sua atenção é como escolher o que assistir na Netflix.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 355)
Esse é o problema de administrar a atenção usando o piloto automático. As coisas mais imediatas e estimulantes em seu ambiente raramente são as mais importantes.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 361)
Ao classificarmos aquilo em que vamos nos concentrar, devemos nos ater a dois principais critérios: se uma tarefa é produtiva (você obtém muito ao cumpri-la) ou improdutiva, e se uma tarefa é atraente (divertida de se fazer) ou pouco atraente (chata, frustrante, difícil etc.).
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 369)
Gastar tempo com trabalho desnecessário nos mantém ocupados, mas é apenas uma forma ativa de preguiça, pois não nos leva a conseguir alguma coisa de verdade.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 383)
Uma pessoa perfeitamente produtiva se concentraria apenas nos dois quadrantes superiores do gráfico acima. Se as coisas fossem assim tão simples, porém, você não precisaria deste livro.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 411)
Quando escolhemos em que focar, estamos efetivamente bebericando água de uma mangueira de incêndio.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 418)
A segunda maneira que mostra como nossa atenção é limitada é: depois de focar em algo, podemos reter apenas uma pequena quantidade de informação na nossa memória de curto prazo.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 443)
Nossa vida costuma se estruturar em torno do fato de que somos capazes de reter, no máximo, sete partes de informações exclusivas em nossa memória de curto prazo.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 455)
“Espaço atencional” é o termo que uso para descrever a quantidade de capacidade mental que temos disponível para nos concentrar e processar as coisas no momento.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 496)
Direcionar seu olhar mental para o que está ocupando seu espaço atencional no momento pode ser um exercício estranho, pois é raro percebermos o que está dominando nossa atenção, e passamos a maior parte de nosso tempo totalmente imersos naquilo que estamos vivenciando.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 501)
Esteja você escrevendo um e-mail, participando de uma conference call, assistindo a um programa de TV ou jantando com a sua família, você estará gastando essencialmente metade de seu tempo e atenção com aquilo que não está na sua frente, perdido no passado ou planejando o futuro.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 516)
Se prestar a atenção ao que está em sua mente – o que, precisamos admitir, é bem difícil de fazer por mais de um minuto –, você vai observar que o conteúdo do seu espaço atencional muda constantemente.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 540)
Hábitos ocupam muito pouco espaço atencional, pois precisam de pouca reflexão assim que você se acostuma com eles.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 550)
Nosso espaço atencional pode processar ainda mais quando estamos trabalhando em tarefas não relacionadas.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 554)
Em última análise, esta é a questão: o número de tarefas habituais que podemos encaixar em nosso espaço atencional é muito maior do que o número de tarefas que exigem um foco maior.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 566)
Gastar tempo com nossas tarefas mais produtivas em geral significa que temos pouca atenção sobrando – se é que há alguma atenção disponível.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 577)
Em resumo, há em geral três combinações de tarefas que cabem confortavelmente dentro de seu espaço atencional.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 578)
Algumas pequenas tarefas habituais
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 582)
Uma tarefa que exige a maior parte de nosso foco, somada a uma tarefa habitual
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 611)
Precisamos trabalhar com intenção o máximo possível, o que é ainda mais importante quando temos mais tarefas que tempo para cumpri-las.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 631)
perceber que você está começando a se sentir sobrecarregado é um grande sinal de que deve parar e avaliar o que está ocupando seu espaço atencional.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 633)
A melhor maneira de evitar essa sobrecarga é selecionar melhor o que você permite entrar em seu espaço atencional.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 637)
Simplificar nosso espaço atencional faz com que reservemos espaço suficiente para trabalhar e viver intencionalmente durante todo o dia.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 650)
Buscar novos estímulos continuamente faz com que nos sintamos mais produtivos – afinal, estamos fazendo mais a todo momento. Mas, de novo, só porque estamos mais ocupados não significa que estejamos alcançando mais.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 653)
A triste verdade é que o cérebro não é constituído para fazer trabalho intelectual – ele é formado para a sobrevivência e a reprodução.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 667)
Prefiro uma definição diferente (e mais amigável): produtividade significa realizar o que se pretende.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 670)
Estar ocupados não nos torna produtivos. Não importa quão ocupados estivermos se essa ocupação não nos fizer realizar nada de importante. Produtividade não significa lotar mais nossos dias, mas sim fazer a coisa certa a cada momento.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 683)
A tecnologia acelera o tempo, trazendo tentações a cada momento para preencher nossa atenção até o limite.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 692)
De que adianta ter tempo se não for para criar lembranças – de conversas, refeições, férias e outras experiências?
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 698)
Pesquisas mostram que, quanto maior for a frequência de transbordamento de nossa atenção, mais tempo levamos para alternar entre tarefas, nos tornamos menos capazes de filtrar informações irrelevantes durante o processo, e nos tornamos mais incapazes de reprimir o impulso de alternar entre tarefas.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 715)
Leroy cunhou o termo “resíduo atencional” para descrever os fragmentos da tarefa anterior que permanecem em nosso espaço atencional depois da mudança para outra atividade:
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 731)
Um estudo descobriu que, quando alternamos continuamente entre tarefas, nosso trabalho leva 50% de tempo a mais em comparação com a realização de uma tarefa do início ao fim.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 739)
Este capítulo foi, em grande medida, teórico. A fim de pôr em prática os conselhos, você precisa fazer várias coisas: definir intenções com mais frequência, modificar seu ambiente para deixá-lo menos distrativo, superar a resistência mental que você tem para determinadas tarefas, eliminar distrações antes de atrapalharem você e tirar distrações da cabeça.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 755)
Há várias maneiras de medir a qualidade de sua atenção, mas desenvolvi três indicadores para controlar meu progresso.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 757)
Quanto de seu tempo você gasta intencionalmente?
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 757)
Por quanto tempo consegue manter o foco por vez?
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 758)
Por quanto tempo sua mente devaneia até você perceber?
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 768)
Seu trabalho provavelmente também tinha um nível confortável de dificuldade: não tão difícil a ponto de intimidar; não tão fácil a ponto de poder ser feito por hábito.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 777)
Quando você hiperfoca em uma tarefa, você expande uma tarefa, um projeto ou outro objeto de atenção de forma que ele preenche completamente seu espaço atencional.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 783)
No hiperfoco, você pode até sentir mais descontração do que costuma experimentar quando está trabalhando.
Meu comentário
Hiperfoco fluxo ou qualquer outro nome que exista parece tudo a mesma coisa
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 792)
quanto mais demandas ocuparem seu tempo, mais se torna imprescindível escolher em quais e em quantas coisas você vai prestar atenção. Você nunca estará ocupado demais para hiperfocar.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 801)
Mas há duas razões por que é melhor reservar esse modo mental para tarefas complexas e não para hábitos.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 802)
Primeiro, é preciso ter força de vontade e energia mental para ativar o hiperfoco, extraindo esses elementos da oferta limitada que temos para consumir durante o dia.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 804)
Segundo, e mais interessante:
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 822)
Uma das melhores maneiras de fazer as coisas – e fazê-las mais rápido – é não se deixar focar em coisas que não são importantes.
Meu comentário
Infelizmente nem sempre isso é possivel
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 830)
A ciência sugere que passamos por quatro estágios quando começamos a nos concentrar. No primeiro, estamos focados (e produtivos). Então, supondo que nada nos distraia nem sejamos interrompidos, nossa mente começa a divagar. No terceiro, percebemos que nossa mente está divagando. Isso pode levar algum tempo, principalmente se não verificarmos com frequência o que está consumindo nosso espaço atencional. (Em média, percebemos cerca de cinco vezes por hora que nossa mente divagou.) Quarto, trazemos o foco de volta ao nosso objeto original de atenção.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 835)
Para hiperfocar, você deve: 1. escolher um objeto de atenção importante ou produtivo; 2. eliminar o máximo de distrações externas e internas que puder; 3. focar no objeto de atenção escolhido; e 4. atrair continuamente seu foco de volta àquele objeto de atenção.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 844)
Esse primeiro passo para alcançar o hiperfoco é essencial – a intenção tem absolutamente que preceder a atenção.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 851)
Distrações internas devem ser domadas também – inclusive as lembranças e os pensamentos aleatórios (e por vezes embaraçosos) que surgem quando estamos tentando nos concentrar,
Meu comentário
Isso nao é nada trivial
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 860)
Além disso, levamos uma média de 22 minutos para voltar a trabalhar em uma tarefa depois que somos distraídos ou interrompidos. É muito pior para nós quando interrompemos ou distraímos a nós mesmos – nesses casos, levamos 29 minutos para voltar a trabalhar na tarefa original.
Meu comentário
Essa difeenca e curiosa
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 866)
Atenção sem intenção é desperdício de energia.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 880)
Mas, sempre que possível, você deve ter um papel ativo na escolha daquilo em que deve gastar seu tempo e sua atenção.
Meu comentário
As vezes isso nao e nada frequente
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 892)
Se não, me permita apresentar a regra de 3: no início de cada dia, escolha as três coisas que quer ter realizado até o fim do dia.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 901)
Certifique-se de que suas três intenções estejam onde você possa vê-las
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 913)
As tarefas mais importantes em sua lista são aquelas que levam às consequências mais positivas.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 916)
Outra maneira de olhar a coisa: ao decidir o que fazer, em vez de considerar apenas as consequências imediatas de uma atividade, considere também as consequências de segunda e terceira ordem.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 927)
Se você tem um monte de tarefas em sua lista, pergunte-se: quais são as mais significativas?
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 936)
Para fazer isso, defino um alarme de consciência a cada hora.
Meu comentário
Isso pode ser interessane mas tambem bao d uma distracao?
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 955)
ajuda você a se concentrar por mais tempo, uma vez que identifica e impede distrações antecipadamente; ajuda a perceber com mais frequência que sua mente divagou; e permite que, com o tempo, você dedique mais do seu dia de trabalho intencionalmente.
Meu comentário
Essa sao beneficoes do lembrete horario
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 981)
Gollwitzer chama de “intenção de implementação”. Ele explica o termo da seguinte forma: “Fazer um plano detalhado sobre como você quer alcançar o que deseja alcançar.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1006)
Existem duas limitações a serem observadas na definição de intenções específicas.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1007)
Primeiro, você precisa de fato se importar com suas intenções.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1009)
Segundo, intenções fáceis de realizar não precisam ser tão espe-cíficas.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1026)
É incrivelmente gratificante ver seu li-mite de hiperfoco aumentar ao longo do tempo. Force seu limite a aumentar, mas não muito.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1050)
A produtividade muitas vezes é um processo de compreender nossas limitações.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1110)
Obviamente, nosso trabalho sofre com essas distrações e por não entrarmos em um estado hiperfocado. Compensamos trabalhando de forma mais rápida e frenética, o que afeta a qualidade do que produzimos e nos estressa.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1122)
Quando você se conscientiza da frequência com que se interrompe, é difícil voltar a trabalhar da mesma forma. Por isso esse conhecimento é essencial para administrar seu espaço atencional com sabedoria. É possível se concentrar durante muito mais tempo quando você domina as distrações previamente.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1155)
Depois de escolher por quanto tempo você vai se concentrar, eliminar as distrações é a segunda etapa de hiperfoco.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1163)
Defino como “distração” qualquer coisa que nos desvie de nossas intenções.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1166)
Se dermos um zoom no quadrante “trabalho distrativo” do primeiro capítulo, poderemos dividi-lo com base em dois critérios: se temos ou não controle sobre as distrações e se vamos considerá-las irritantes ou divertidas.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1179)
Muitas distrações são evitáveis, mas muitas não são, pelo menos não sem incorrer em grandes custos sociais.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1193)
descobri que a melhor forma de reagir a distrações agradáveis e não controláveis – como almoços em equipe e ligações de entes queridos quando estou no meio de um trabalho – é fazer um esforço planejado para abraçá-las e me permitir apreciá-las, mas, mesmo assim, voltar aos trilhos quando puder.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1202)
Com o tempo, desenvolvi dois modos de trabalho: 1.Um modo livre de distrações, no qual entro sempre que estou prestes a hiperfocar. 2.Um modo regular de distração reduzida, no qual trabalho com um número administrável de distrações durante todo o dia. Ao longo do dia, podemos alternar entre fazer dois tipos de trabalho: trabalho focado e trabalho colaborativo.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1216)
Ao remover cada objeto de atenção que tenha um potencial mais estimulante e atraente do que o que você pretende fazer, você não dá ao cérebro nenhuma opção além de trabalhar nessa tarefa.
Meu comentário
Isso é fubdamental para trabalhar de forma mais estruturada.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1248)
como regra geral, seus colegas de trabalho precisam muito menos de você do que você acha que precisam.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1268)
A produtividade é um processo de compreender suas limitações e se adaptar a elas.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1278)
Talvez você descubra que, embora pretendesse hiperfocar por apenas um período curto, terá energia para continuar por ainda mais tempo.
Meu comentário
Quando comecamos a nos senfir produivos temos a possibilidade de continuar a trabalhar de forma focada.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1291)
Decidir antecipadamente quando vai verificar suas mensagens significa que você mantém o controle sobre sua atenção e resiste a entrar no piloto automático.
Meu comentário
Isso é fundamental
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1303)
Cada notificação tira você do que está fazendo e lembra que há todo um mundo digital do qual você não está participando.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1354)
E essa é uma armadilha que vivenciamos com cada vez mais frequência: trazer novos dispositivos para nossa vida sem questionar seu valor.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1363)
Se não precisasse desse serviço específico, é provável que tivesse contratado o tablet para fazer exatamente o mesmo trabalho realizado pelo celular e pelo computador – me ajudar a navegar pela internet e usar as redes sociais –, e ele seria totalmente desnecessário.
Meu comentário
No fim . Qual e a funcao dis dispositivos que a gente tem?
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1400)
Tenho um aplicativo de e-mail apenas no meu dispositivo de distrações e no meu computador.
Meu comentário
Faz sebtudo ter o email no celular?
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1431)
Não há nada de intrinsecamente errado com esses encontros, mas reuniões inúteis são um dos maiores ralos de produtividade nas empresas modernas.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1449)
No entanto, o grande benefício de qualquer livro sobre produtividade (e eu admito que sou suspeito para falar) é que ele permite que você dê um passo para trás no trabalho para observar o que poderia fazer de forma diferente.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1476)
Seja com alimentos ou distrações, somos altamente influenciados pelo nosso ambiente externo.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1527)
Desentulhar seu ambiente digital é tão importante quanto desentulhar o ambiente físico.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1569)
Limpar nossa cabeça desses “circuitos abertos” é fundamental para não nos distrairmos no momento em que estamos tentando focar em algo.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1579)
Você vivencia a culpa quando sente uma tensão sobre o passado; se preocupa quando sente a tensão sobre o futuro, e dúvida e estresse quando sente a tensão sobre o momento presente.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1593)
Sinta qual é seu limite: comece com algumas intenções a cada dia e mantenha uma lista de tarefas e uma agenda.
Meu comentário
Entender nossos limites e fundamental
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1598)
Aqui está uma verdade fundamental sobre foco: seu cérebro invariavelmente resistirá a tarefas mais complexas, em especial quando elas estão no começo – e, quando isso acontecer, você vai procurar coisas mais novas e estimulantes para fazer ao seu redor.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1615)
Se você estiver trabalhando continuamente na direção certa, não importa se você trabalha em um ritmo mais lento, mais intencional. O que você perde em velocidade, compensa na intencionalidade.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1620)
Até agora vimos as quatro fases do hiperfoco: escolher um objeto de atenção, eliminar distrações, concentrar-se em uma tarefa e voltar para os trilhos.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1658)
Conscientemente tornar as tarefas mais complexas e assumir tarefas mais complexas é outra maneira poderosa de entrar em estado de hiperfoco, uma vez que elas consomem mais sua atenção. Isso vai fazer você se envolver mais no que está fazendo e levará sua mente a divagar com menos frequência.
Meu comentário
atividades mais complexas exigem maior concentração acabam sendo mais engajadoras
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1673)
Além de questionar as tarefas individuais, vale a pena refletir se você considera desafiadora sua carga de trabalho de forma geral.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1676)
Nosso trabalho tende a se expandir para se encaixar no tempo de conclusão disponível – em círculos de produtividade, esse fenômeno é conhecido como lei de Parkinson.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1692)
fazer as coisas sem pensar, seja em casa ou no trabalho, não é apenas improdutivo, mas também sinal de que você não tem trabalhos suficientemente importantes, o que também explica por que trabalhos inúteis são deixados de lado quando você está com prazo apertado: não há tempo disponível para que ele se expanda.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1779)
Aqui está a chave: quanto menor o objeto de atenção, mais sua mente vai divagar, mas mais você vai expandir o tamanho de seu espaço atencional enquanto focar nele. Quanto mais rapidamente você conseguir voltar aos trilhos depois de sua mente passear durante uma sessão de atenção plena ou meditação, melhor você vai focar no trabalho e em casa.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1803)
A qualidade da atenção é uma parte tão integrante da produtividade que até um leve aumento faz uma diferença notável em quanto conseguimos realizar.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1826)
O segredo de conversas profundas e significativas é simples: voltar completamente sua atenção para a pessoa com quem está falando.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1839)
Seja no trabalho ou em casa, a qualidade de sua atenção determina a qualidade de sua vida. No trabalho, quanto mais atenção der ao que está diante de você, mais sua produtividade aumentará. Em casa, quanto mais atenção você dedicar ao que está diante de você, mais significativa será sua vida.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1849)
Essa resistência que sentimos diante de tarefas complexas e produtivas não é distribuída uniformemente pelo tempo de trabalho – em geral ela se concentra no começo, quando iniciamos essas tarefas:
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1856)
Quando começamos uma tarefa nova, trabalhar nela por pelo menos um minuto com atenção propositada e distrações limitadas é fundamental.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1868)
você gasta menos energia regulando seu comportamento quando não precisa resistir continuamente a distrações nem se obrigar a focar no que é importante.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1897)
No entanto, esse modo de mente que divaga – quando dispersamos nossa atenção e nosso foco – também pode ser imensamente poderoso. Na verdade, é tão poderoso que dediquei a segunda parte de Hiperfoco a ele. Chamo-o de modo “foco disperso”,
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1925)
Você adentra esse modo quando deixa espaço atencional livre em torno do que está fazendo no momento – esteja você correndo, andando de bicicleta ou investindo tempo em qualquer coisa que não consuma todo esse espaço.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1926)
Quando se trata de produtividade e criatividade, o foco disperso permite que você faça três coisas poderosas de uma vez.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1927)
Primeiro, como vamos discutir neste capítulo, ele permite que você defina suas intenções e seus planos para o futuro.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1931)
Segundo, o foco disperso permite que você recarregue.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1933)
Terceiro, o foco disperso fomenta a criatividade.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1955)
Já discutimos o primeiro tipo de objeto de atenção que nos atrai: tudo o que é novo.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1957)
Também somos mais propensos a focar em tudo o que é prazeroso ou ameaçador.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1963)
Hoje, o equilíbrio desses três objetos de atenção está prejudicado. Estamos continuamente rodeados por novas distrações, os prazeres são abundantes, e ameaças legítimas são poucas e raras.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1979)
Se comparada com a de outros mamíferos, nossa capacidade de pensar em algo que não esteja imediatamente diante de nós é bastante singular.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1989)
Quando sua mente divaga, ela visita três lugares principais: o passado, o presente e o futuro.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 1995)
Nossa mente é projetada para não só compreender, mas também se lembrar de ameaças, como aquele e-mail negativo que não conseguimos esquecer.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2003)
Divagações sobre aquilo em que estamos trabalhando no momento costumam ser bastante produtivas; precisamos refletir a respeito de nossas tarefas para trabalhar com mais propósito.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2011)
Cada momento de nossa vida é como uma história do tipo “Escolha sua aventura”, oferecendo o tempo todo diferentes opções que permitem definir nosso caminho futuro.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2016)
Os pesquisadores referem-se à propensão de nossa mente de divagar para o futuro como o nosso “viés prospectivo”.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2044)
A intenção é o que torna o foco disperso tão poderoso. Esse modo é sempre usado de propósito – e envolve fazer um esforço orquestrado para perceber aonde sua mente vai.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2046)
Acho útil distinguir entre alguns estilos diferentes de foco disperso: 1. Modo de captura: deixar sua mente divagar livremente e captar tudo o que surgir. 2. Modo de resolução de problemas: manter um problema solto na mente e deixar seus pensamentos divagarem em torno dele. 3. Modo habitual: envolver-se em uma tarefa simples e capturar as ideias e os planos valiosos que emergem daí. Pesquisas descobriram que esse modo é o mais poderoso.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2051)
Dos três estilos, o modo de captura é melhor para identificar o que está em sua mente; o modo de resolução de problemas é melhor para ruminar sobre um problema ou uma ideia específicos; e o modo habitual é melhor para recarregar e conectar o maior número de ideias.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2082)
Para entrar nesse modo, mantenha um problema em sua mente e deixe seus pensamentos divagarem em torno dele, virá-lo do avesso e explorá-lo a partir de diferentes ângulos.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2132)
no modo resolução de problemas, você leva os pensamentos de volta ao problema que está abordando; no modo habitual, o máximo que você faz é deixar sua mente divagar livremente.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2138)
A principal razão pela qual muitos de nós nos sentimos exaustos é que nunca damos um descanso para a nossa atenção.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2162)
O hiperfoco significa se concentrar em uma coisa; o foco disperso envolve focar em nada específico. Com o hiperfoco você direciona sua atenção para fora; com o foco disperso você direciona sua atenção para dentro. Um significa atenção; o outro, desatenção.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2177)
“útil pensar o cérebro como um órgão fundamentalmente prospectivo projetado para usar informações do passado e do presente a fim de gerar predições sobre o futuro. A memória pode ser pensada como uma ferramenta usada pelo futuro cérebro para gerar simulações de possíveis eventos futuros”.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2191)
Quanto mais vezes você fizer essa verificação, mais produtivos serão seus episódios de divagação. Você terá mais capacidade de afastar seus pensamentos do passado e, em vez disso, pensará sobre ideias atuais e sobre o futuro.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2247)
Nossa mente está acostumada a estímulos constantes e tende a procurá-los como se fosse uma coisa universalmente boa. E não é.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2270)
The Use of Life
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2274)
É possível que as três medidas da qualidade de sua atenção tenham diminuído: você não conseguiu se concentrar por muito tempo, se distraiu e se desviou para outras tarefas ou interesses com mais frequência e se flagrou mais vezes trabalhando no piloto automático.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2279)
Pesquisas mostram que o espaço atencional se expande e se contrai na proporção de quanta energia mental temos.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2293)
Muitas pessoas gastam uma enorme quantidade de tempo fazendo um trabalho que não as deixa felizes. Fazer o trabalho que você ama é muito menos cansativo do que fazer um trabalho com que não se preocupa – o foco sempre parece mais forçado para o último.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2299)
Estudos revelam que uma pausa revigorante no trabalho precisa ter três características. Ela deve ser: • de pouco esforço e habitual; • algo que você de fato queira fazer; • algo que não seja uma obrigação (a menos que você realmente goste de cumprir com essa obrigação).
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2307)
Na verdade, essas “pausas” são um codinome para atividades não relacionadas ao nosso trabalho – e, como ainda exigem nossa atenção, nunca temos uma chance real de recarregar.
Meu comentário
E importante entender o que sao pausas boas e pausas ruins
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2341)
Pesquisas sobre o valor das pausas apontam para duas regras simples: 1.Faça uma pausa pelo menos a cada 90 minutos. 2.Faça uma pausa de cerca de 15 minutos para cada hora de trabalho.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2366)
O melhor momento para fazer uma pausa é antes de precisar. Assim como é provável que você já esteja desidratado quando sentir sede, seu foco e sua produtividade provavelmente já começaram a vacilar no momento em que você sentiu cansaço.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2376)
Na maioria dos casos, é muito melhor trabalhar menos horas e dormir o suficiente do que tentar cumprir um dia inteiro de expediente sob o efeito do cansaço.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2416)
Na verdade, fazer pausas é uma das coisas mais produtivas que você pode fazer.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2422)
Se quiser mais produtividade, criatividade ou envolvimento com seu trabalho, a verdade é que você já tem uma enorme quantidade de dados à sua disposição. Tudo o que precisa fazer é refletir sobre quando você já teve mais produtividade, criatividade ou felicidade e considerar as condições que levaram a esse estado.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2429)
o modo foco disperso nos ajuda a recarregar nossa capacidade de hiperfocar, além de permitir que planejemos o futuro e nos tornemos mais criativos.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2459)
Tarefas e projetos não concluídos pesam mais em nossa mente do que aqueles que já encerramos – o foco vem quando fechamos esses circuitos abertos distrativos.
Meu comentário
E importante terminar o que comecamos
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2460)
Somos projetados para lembrar mais as coisas nas quais estamos trabalhando no momento do que aquilo que concluímos. Nos círculos de psicologia, esse fenômeno é chamado de efeito Zeigarnik, em homenagem a Bluma Zeigarnik, a primeira pessoa a estudar esse conceito.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2473)
Quando estamos no modo foco disperso habitual, gatilhos de insight em potencial vêm de dois lugares: de nossa mente divagando e do ambiente externo.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2495)
No que tange a gatilhos de insight, esse é um bem direto – costumam ser mais sutis, cutucando sua mente para que ela pense em um sentido diferente e reestruturando pontos mentais que representam um problema.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2497)
o foco disperso habitual permite que nossa mente ligue os problemas que enfrentamos com aquilo que vivenciamos, bem como com o lugar para onde nossa mente vai divagar.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2505)
Quanto mais rico nosso ambiente e mais ricas nossas experiências, mais ideias somos capazes de desenterrar.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2515)
Estar com atenção plena e controlar seu ambiente são as decisões mais produtivas que você pode tomar.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2536)
Escrever os problemas detalhados que esteja enfrentando no trabalho e em casa ajuda sua mente a continuar a processá-los em segundo plano.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2553)
Dormir também ajuda você a se lembrar de mais coisas – consolida os pontos que você acumulou ao longo do dia na memória de longo prazo e permite que você intencionalmente esqueça os pontos menos importantes e irrelevantes que encontrou.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2563)
Quanto mais você for capaz de focar, menos propensão a mente terá para divagar e mais importante será você propositalmente desfocar.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2570)
Deixe algum resíduo em seu espaço atencional para sua mente continuar o processamento da tarefa inicial.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2573)
O foco disperso mais profundo pode ser mais vantajoso quando você pondera sobre as informações que absorve. Consumir novos pontos expõe uma grande quantidade de novas informações e gatilhos que você pode usar para resolver problemas complexos.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2586)
As pessoas se tornam especialistas em assuntos específicos ao acumular pontos suficientes e relacioná-los sob a forma de experiências, conhecimentos e melhores práticas.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2597)
A leitura é um exemplo convincente do poder de coletar e ligar pontos.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2611)
Trabalhar com mais informações à nossa disposição também nos ajuda a tomar decisões mais intuitivas, pois somos capazes de invocar subconscientemente conhecimentos preexistentes em nossa memória.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2628)
Não existem duas informações criadas da mesma forma. Consumir um livro ou entabular uma conversa envolvente com alguém mais esperto que você vai permitir que você colete mais pontos valiosos do que fazer algo como ver TV ou ler uma revista de fofocas.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2637)
Informações úteis em geral são implementáveis e ajudam você a alcançar seus objetivos.
Meu comentário
Mas se algumas coisas ficam latentes varias sao as informacoes uteis nao?
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2652)
Se estiver em dúvida sobre consumir algo, faça a seguinte pergunta: de que forma você acha que a vida vai ser diferente se souber dessa informação?
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2666)
Livros dão acesso a pensamento da mais alta qualidade e aos pontos mais úteis sobre praticamente qualquer assunto.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2677)
a metade inferior é informação-lixo e em geral é uma combinação de novidade, prazer e ameaça – características que facilitam o desejo.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2683)
Há dois passos para aumentar a qualidade das informações que você coleta: 1.Fazer um balanço de tudo o que você consome. 2.Consumir intencionalmente informações mais valiosas.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2703)
- Consuma coisas de que você goste, sobretudo quando poucas pessoas gostam delas
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2716)
as informações mais valiosas que você pode consumir são o material que desafia você e em geral requer sua total atenção.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2733)
Decidir se algo merece sua atenção é um passo extra, mas é uma decisão que vai economizar horas que você poderá dedicar a algo melhor.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2759)
Eu iria ainda além, e diria que qualquer decisão ou ideia suficientemente complexa também é indistinguível da magia. Sempre que não entendemos a complexa rede de pontos que contribuem para algum resultado, atribuímos isso à magia ou à genialidade.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2764)
Como um mágico, os métodos de um gênio são misteriosos – até que se desembaraça a teia de conexões que leva a eles.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2789)
Dispersar a atenção é particularmente benéfico quando seu trabalho exige que você conecte ideias mais complexas e disparatadas.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2823)
Em muitos aspectos, o hiperfoco e o foco disperso são completamente opostos. Em um determinado momento, ou estamos fazendo algo (com atenção externa) ou pensando em algo (com atenção interna). Somos incapazes de estar tanto em hiperfoco quanto em foco disperso ao mesmo tempo.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2844)
Curiosamente, quanto mais investimos em nossa felicidade, mais produtivos nos tornamos no modo hiperfoco e mais criativos nos tornamos no modo foco disperso.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2852)
Por que, exatamente, investir na felicidade fomenta a produtividade e a criatividade?
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2853)
Primeiro, e mais importante, um humor positivo aumenta seu espaço atencional, independentemente do modo em que você esteja.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2859)
Por outro lado, um humor negativo reduz seu espaço atencional.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2893)
necessariamente pontos e ideias em que você possa se concentrar, eles influenciam bastante o modo como você percebe e se relaciona com o que está no seu espaço atencional e afetam o tamanho do próprio espaço atencional.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2933)
Quando chega a hora de se concentrar em algo, o álcool vai obliterar totalmente sua produtividade.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2948)
As pesquisas são conclusivas: a cafeína aumenta o desempenho mental (e físico) em praticamente todas as formas mensuráveis:
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2958)
Como com a maioria dos conselhos de produtividade, é essencial implementar táticas individuais com consciência do quanto realmente funcionam para nós.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2986)
O ponto principal quando se trata de escritórios abertos é que, se o trabalho que você e sua equipe fazem é hipercolaborativo ou envolve muita criatividade e ligação de ideias, vale a pena ter um escritório aberto mesmo com desvantagens. Por outro lado, se seu trabalho envolve um número significativo de tarefas que se beneficiam de foco imperturbado, como cada vez mais os trabalhos parecem ser, um escritório aberto pode ser prejudicial para sua produtividade.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 2998)
Entre no modo hiperfoco ao menos uma vez por dia para lidar com suas tarefas mais produtivas; elimine distrações e se concentre em uma coisa importante. Entre no modo foco disperso várias vezes ao dia, em especial no modo foco disperso habitual, de maneira que possa planejar o futuro, ligar ideias e recarregar sua capacidade de hiperfocar.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 3017)
consciência. Quando você se torna mais consciente do que está ocupando seu espaço atencional, de quanta energia tem e de quanto seu espaço atencional está cheio, você fica mais ágil e se ajusta conforme as condições mudam.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 3029)
Talvez tenha notado a qualidade de sua atenção: quanto de seu tempo você gasta intencionalmente, a duração do seu foco e quanto tempo sua mente divaga antes de você se pegar fazendo isso.
Chris Bailey - Hiperfoco (p. 3042)
O hiperfoco pode ajudar você a fazer uma quantidade extraordinária de coisas em um período relativamente curto. O foco disperso fará você conectar ideias – o que o ajuda a descobrir insights ocultos, ter mais criatividade, planejar o futuro e descansar.
📚 Referências e Fontes
🔗 Conexões do Cofre
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