As mudanças climáticas geram grande ansiedade nos jovens que deixam de ver o futuro como muitas oportunidades e passam a ver o mundo como uma série de catástrofes.
Com as medidas que temos hoje, as mudanças climáticas transformaram lugares quentes em mais quentes, lugares chuvosos em mais chuvosos e aumentaram a ocorrência de fenômenos extremos. (Considerando um aquecimento de 1.5C).
Com 3C o aumento gerará grandes problemas principalmente em países em desenvolvimento.
Com um aumento de 7 a 8C, o “apocalipse” é quase certo, mas será difícil de alcançar com as medidas que temos hoje.
Existem avanços tecnológicos que reduziram a velocidade do aquecimento global.
O crescimento no uso de combustíveis fósseis em 2010 foi de cerca de 24% em comparação com a década anterior. Nos próximos 10 anos essa velocidade diminuiu significativamente. Houve progresso nesse sentido.
Tecnologias que se pensava que demorariam muito para se tornarem mais baratas agora são realmente mais baratas, como a energia eólica e solar. É mais fácil criar novas usinas renováveis do que não renováveis. O problema ainda é o uso de baterias.
Na Noruega, 8 em cada 10 carros são elétricos ou híbridos.
Existem várias abordagens para reduzir as mudanças climáticas, diminuindo a produção de carbono no cimento, carne cultivada em laboratório, etc.
É possível que a transferência de tecnologia de países desenvolvidos para países em desenvolvimento faça com que estes últimos passem mais rapidamente do uso de combustíveis fósseis para combustíveis renováveis.
Existem muitas tecnologias que podem ser usadas para reduzir as emissões de carbono, mas ainda é essencial definir políticas públicas e regulamentações para as indústrias.
Precisamos restaurar a esperança de que evitar as consequências negativas do aquecimento global não nos deixará presos a não fazer nada. Precisamos garantir que as previsões sejam provadas erradas dada a capacidade de produção tecnológica e a visão da sociedade.